A segurança é a certeza do risco,
Controlado, interiorizado, humanizado.
Um peixe busca a segurança no cardume,
Um bisonte corre no interior da manada
Segurança mito humano, desengano.
Ser humano é desafiar o mundo,
ser crítico, e olhar o profundo.
Amar ternamente sem ligar à consequência
Desmistificar as famílias disfuncionais.
Correr arquejando metas altas de mais.
Sempre a falhar, a levantar, gente resiliente.
Gente há de muitos tratos, mais que ratos
Ratos melhores que pessoas, certamente.
Gente que trata o igual, age como gaiato
Gente cruel caí na visão unívoca,
só consideram o seu paradigma,
as razãoes são deles, assertivos
E os príncipios que os trazem vivos?
Desde que me fui por gente
matutei que a gente vive
a custa do trabalho dos outros,
mesmo se é realizado a milhares,
milhares de quilometros, milhas,
parsecs ou A.U.Legitimam-se
dizendo que se é deles há razões,
Essas razões, que procurei,
Atrás do bulbo de um lírio,
debaixo de um limoeiro,
lá atras mesmo do outeiro,
Eu digo-vos que nunca as achei.
Lembro da Emily Dickinson, a mente,
não sei o que mais falta para o ridículo,
que prender uma avezinha num charco?
por traição, que é sempre a saida para
acusar a gente que se não desmente.
- Autor: Mera Gente (Seudónimo) ( Offline)
- Publicado: 4 de octubre de 2013 a las 06:06
- Categoría: Reflexión
- Lecturas: 35
- Usuarios favoritos de este poema: El Hombre de la Rosa
Comentarios1
Ha sido gratificante la lectura de tu genial poema amigo Mera Gente
Saluidos españoles de amistad
Críspulo
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